É triste e cru, mas ao mesmo tempo tão verdadeiro e refinado. Eu gosto do jeito como você escreve esses poemas, definitivamente.
E os títulos são ótimos (:
By
pedro, at
3 de junho de 2010 às 20:22
fazia muito tempo que não fala contigo; que tomei a iniciativa de escrever..
adri, bendito dia que te disse que a poesia era a felicidade, você leva tanto jeito!
parece que foi feita para compor; queria ser assim também.
e para completar você é modesta ainda, que coisa.
e você ainda usa rimas, que eu acho tão complicado juntar palavras com o mesmo final pra decifrar os sentimentos, não é pra mim.
e é só que eu tenho para falar porque não lembro quando foi meu último comentário, nem o conteúdo da conversa.
e aquele dia que eu disse que queria conversar, era para falar que agora minhas "amigas" não querem mais olhar na minha cara. ridículas.
enfim, ando bem se você quiser saber; rsrs
beijos.
By
marina, at
4 de junho de 2010 às 20:07
fazia muito tempo que não fala contigo; que tomei a iniciativa de escrever..
adri, bendito dia que te disse que a poesia era a felicidade, você leva tanto jeito!
parece que foi feita para compor; queria ser assim também.
e para completar você é modesta ainda, que coisa.
e você ainda usa rimas, que eu acho tão complicado juntar palavras com o mesmo final pra decifrar os sentimentos, não é pra mim.
e é só que eu tenho para falar porque não lembro quando foi meu último comentário, nem o conteúdo da conversa.
e aquele dia que eu disse que queria conversar, era para falar que agora minhas "amigas" não querem mais olhar na minha cara. ridículas.
enfim, ando bem se você quiser saber; rsrs
beijos.
By
marina, at
4 de junho de 2010 às 20:07
e ainda me manda 2 vezes.
esse bendito blogger.
By
chatonilda, at
4 de junho de 2010 às 20:07
Marcadores: solidão incurável e eterna