gente, esses seus versinhos são apaixonantes, adoro rimas *-*
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Unknown, at
30 de abril de 2010 às 21:04
Ai, que triste rsrs mas pois eh, eh triste quando de repente percebemos que não somos tão importantes para uma pessoa quanto essa pessoa é para nós.
Quando linkas o não confie, baby! me avisa que eu retribuo o link, bjão!
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mari ebert, at
1 de maio de 2010 às 11:33
é, eu preciso mesmo de amigas novas. mas eu nã osei fazer amizade; então não tem nem como. melhor eu me conformar com as minhas mesmo. fazer o que?
é, elas não conhecem o warhol. expliquei quem era ele mas elas pareceram não entender. no fim acho que nem vou na exposição, o que é uma tristeza.
eu adorei o seu novo poema. tá lindo. pelo menos você conhece escrever em rimas, eu não consigo, e mesmo quando sai umas não fica legal. eu sou um fiasco.
eu também queria escrever poemas legais, mas não tenho essa capacidade. não tenho capacidade para nada na verdade.
e o lay tá lindo. adorei. adoro cinza.
e é só, não falei nada eu acho, tô meia depreciva hoje, me desculpa.
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marina, at
3 de maio de 2010 às 14:18
Por ninguem ter mandado o desafio, já que a maioria estava em semana de provas (inclusive eu), irei estender o prazo até dia 12/05 ok?
www.empty-box.net/eternity
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Mano, at
7 de maio de 2010 às 08:20
Oi, amigaaa! Valeu a dica, mas não, eu não menti para não magoar alguém ou algo do tipo, eu menti só por mim sabe, pela MINHA reputação,e isso é o que faz com que eu me sinta pior. E agora, se eu contar a verdade, eu vou não so estragar minha reputação, como também magoar e ofender minhas amigas. Eh, as vezes ta tudo maravilhoso, mas derrepente vão surgindo um monte de problemas na minha vida. E quando aquela sensação de que vc gosta mais das pessoas que elas de vc, acho que todo mundo pensa assim, vai que as nossas amigas mesmo pensam assim, né? Adoro seu blog, e muito obrigada pelo comentário e pela dica rsrs, fui!
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mari ebert, at
9 de maio de 2010 às 19:42
começo a dizer que fico muito feliz por estar gostando do dylan. sempre te disse que ele era uma maravilha, e estou satisfeita de você ser das mesmas opiniões.
agora de she & him eu acho eles lindos. adoro folk. e apesar das letras serem fúteis, acho a voz da zooey uma maravilha.
agora sobre aquele dia que eu disse que estava depressiva. é que eu tô muito distante de todo mundo que eu era amiga. todo mundo me irritou essas semanas ai. sou uma piada para a própria existência. meu odeio por não gostar de ninguém mais do que posso. sou uma pessoa muito tonta. enfim, todo mundo me irritou porque são tudo um bando de gnete fútil e eu tive a audácia de disser isso para eles. só porque me acho superior a tudo. ridículo.
continuando, saiu uma briga e diversos desntendimentos conseguintes, que resultaram no fato da minha exclusão. coisa fácil de se supor claro. mas agora já passou, pois surgiu uma alma caridosa, que apesar de não concordar com as minhas teses, pelo menos não me discrimina e já uqe conheço-a desde meus 10 anos e ela me entede e vice versa, sendo impossível a nossa desamizade. (e eu falei tudo e nada, porque não deu para entender nada, que merda)
enfim, minha vida de bosta não é um assunto legal.
é. os poemas são encantadores. os seus com certeza, pois sabes fazer rimas, coisas que eu não sei. mas é bom escrever.
e sobre fazer novas amizades, acho que vou viver sem amigos, é coisa mais provável, pois ninguém me entende nesse meio que eu vivo. odeio ser assim.
enfim, tô muito resentida comigo mesma hoje por isso tô descontando em tudo uqe escrevo.
me perdoa.
beijos adri querida ;)
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marina, at
9 de maio de 2010 às 23:34
Não sumi! Provavelmente foi porque o Matheus tirou a página do Silhouette do ar, daí muita gente não me encontra mais hahaha. ):
Acho que agora que eu estou no meu momento "in love" (HEAUIHEIAUEHA), eu acabo entendendo melhor os teus textos, mas não sei se é a mesma coisa pra ti. Também gostaria de ser insubstituível. :~
Beijo!
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julia, at
10 de maio de 2010 às 19:12
brigado adri. e volta com mais versos, você tá forte nisso.
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Unknown, at
11 de maio de 2010 às 13:00
Marcadores: conformismo, não-autobiográfico, poemas, sentimentalismo